No Dia Nacional de Valorização da Profissão de Relações Públicas, a FASAM - Faculdade Sul-Americana promoveu em um evento em luta da causa um café da manhã, apresentação teatral do livro "A Encantadora de Gente" da autora, radialista, publicitária e relações públicas Sandra Lima, cenas de filmes que retratam o profissinal em atuação como: Menina dos olhos, Obrigado por fumar, Os queridinhos da américa entre outros e por último, um debate em prol da profissão. Aos coordenadores e mestres, nossos agradecimentos pelo incentivo e luta da profissão em nosso estado.
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Os 10 RPs brasileiros que merecem ser seguidos no twitter.
No dia 29 de setembro demos um RT: @ligiabia 100 Relações Públicas que vale a pena seguir noTwitter. http://bit.ly/39xV0q e 22 minutos depois twittamos: Saí no @ocappuccino nos próximos dias a lista com os 10 Relações Públicas Brasileiros que vale a pena seguir no Twitter.
A partir deste momento iniciamos uma extensa pesquisa na rede para tentar produzir a tal lista. Entramos em contato com profissionais, professores, pesquisadores e estudantes de Relações Públicas para que eles indicassem, cada um, RPs que considerassem influentes no twitter. Só que no ímpeto da idéia não percebemos a mancada: como iríamos caracterizar a influência para os pesquisados?!?! Então mudamos a indagação, por que talvez influente não seria o melhor termo, e começamos a pedir indicações de RPs que merecessem ser seguidos no twitter.
Por que talvez o termo influente não fosse o mais adequado? Porque para caracterizar a influência exercida na ferramenta é preciso analisar o capital social deste ator na rede. E em 140 caracteres convenhamos que não é nada fácil conceituar capital social e suas abrangências.
Mas será que é mesmo possível mensurar a influência de um perfil no twitter? Como? Quantidade de seguidores? Número de RT? Apuração de clics nos links twitados? Contagem de DM? Alto índice de menções? O indicador de quantas respostas recebe? Quantas vezes foi indicado por #FF?
Bom, como responder estas perguntas sem conhecer sobre o tema? Sendo assim, a melhor solução para descobrir o que não se sabe é pesquisando! E foi assim que descobrimos o estudo, The Influentials - New Approaches for Analyzing Influence on Twitter, de Alex Leavitt. Ele define influência no twitter como o potencial de uma ação de um usuário para iniciar uma ação por outro usuário e afirma que é relacionando todos os dados acima (seguidores, RT, links, DM, menções, respostas, indicações) que se consegue tangibilizar essa influência. Parece fácil assim, mas não é; e Alex só conseguiu provar suas teorias aplicando uma pesquisa com 12 celebridades e suas atuações no twitter norte americano.
Não é nada fácil, mas dá para entender um pouco mais sobre a consitituição do capital social lendo Raquel Recuero. No artigo escrito para o Compós, EM BUSCA DAS 'REDES QUE IMPORTAM' - Redes Sociais e Capital Social no Twitter, ela identifica duas apropriações predominantes de como usamos o twitter: informacional e conversacional. E é a partir dessas duas formas de uso que estão relacionadas à construção e percepção de capital social no twitter. Vamos entender melhor:
Em relação à apropriação informacional, que nada mais é do que o acesso à informação, Raquel Recuero diz que Tweets que trazem informações são especialmente úteis à rede social. Eles permitem o acesso a novas informações, a novas discussões e, por isso, auxiliam na construção do CONHECIMENTO. Publicar informações de qualidade e em primeira mão já foi relacionado por vários autores com valores como REPUTAÇÃO na rede social. A busca pela reputação também influencia a POPULARIDADE, outro valor que pode ser identificado no Twitter. Quanto maior o número de seguidores que alguém possui, maior a sua VISIBILIDADE na rede (mais pessoas recebem seus tweets). Quanto mais visível, maiores as chances de receber novas conexões e tornar-se mais popular. Entenderam? As palavras em CAIXA ALTA, grifadas por mim, reforçam os fatores essências no processo de construção de um capital social.
Já em relação à apropriação conversacional - que Raquel denomina de valores relacionais, ou seja, os diálogos no twitter - ela afirma que Outro valor do Twitter está relacionado a seu uso para a conversação. São formas de capital social relacionadas com a criação e o aprofundamento de LAÇOS SOCIAIS. Essas conversações podem auxiliar a gerar empatia, intimidade e SUPORTE SOCIAL para os atores envolvidos, o que também gera VISIBILIDADE. Finalmente, as conexões que são obtidas e mantidas através da conversação também podem agregar REPUTAÇÃO, acesso à informação e conhecimento aos atores sociais, pois proporciona-se um espaço de discussão.
E há quem diga que não dá para ter diálogo no twitter. Dá sim e ele é importante na construção da influência e os grifos, novamente de propósito em CAIXA ALTA, são algumas pistas para desvendar o mistério da influência exercida por alguns e almejada por muitos. Ou será que a atuação no twitter e em outras redes não está relacionada à conquista de capital social, tais como: ser conhecido (popularidade), aparecer em ferramentas específicas (visibilidade), ser reconhecido como autoridade (reputação), construir uma rede social maior (popularidade), conversar com os amigos (sociabilidade), obter algum outro tipo de reconhecimento (reputação)? Raquel Recuero afirma exatamente isso em A Economia do Twitter: Mais Apontamentos.
Na prática funciona mais ou menos assim: alguém que consideramos um grande entendedor de mídias sócias fala que o Google irá lançar um novo serviço. É bem provável que, ao lermos o tweet, atribuiremos credibilidade à informação, a partir da reputação que previamente percebemos de quem twittou, e repassemos à nossa rede de seguidores. Por isso, alguns termos como reputação, influência, credibilidade, visibilidade são importantes para se entender o processo.
Tirando alguns destes conceitos complexos de lado, é interessante perceber o processo prático de escolha na indicação destes 10 RPs. Raquel Recuro fala em outro texto, Considerações sobre o Twitter II - Autoridade, sobre AUTORIDADE e relaciona autoridade no twitter como um componente herdado dos blogs. E isso é percebido na lista dos 10 + indicados, pois todos são autores de blogs ou portais. Então é possível perceber que alguns blogueiros que já tinham alguma credibilidade em seus blogs parecem importar essa CREDIBILIDADE ao Twitter e construir AUTORIDADE a partir dela. Fato que ajuda a entender o porquê eles foram indicados e merecem ser seguidos, pois já possuiam capital social herdado de seus ecossistemas.
Bom, toda esta ladainha para enrolar um pouco e chega a hora de listar os 10 RPs brasileiros que merecem ser seguidos (ou mais influentes) no twitter:
@aureliofavarin Aurélio Favarin, autor do TCC Comunicação
@baldurquino Pedro Baldurquino, um dos autores do Horizonte RP
@carolterra Carol Terra, autora do RPalavreando
@fabioalbukerk Fábio Albuquerque, autor do Gecorp
@laisbueno Lais Bueno, autora do Em diálogo
@lidifaria Lidi Faria, autora do Lidi Faria
@rprodrigo Rodrigo Cogo, autor do Mundo RP
@rcamposrp Ricardo Campos, autor do Ricardo Campos: reflexione
@thiane Thiane loureiro, autora do Vertente (*exceção: pois é formada em jornalismo, mas trabalha como RP)
@universorp Flávio Shimitd, autor do Blog do Flavio (*exceção: apesar da lista ser de pessoas físicas, o UniversoRP.net foi indicado e aparece na lista pois Flávio Shimitd simboliza o portal e é a sua imagem que personifica o avatar no perfil)
Obs1: Esta lista não foi criada pelo blog e sim produzida a partir das indicações no twitter de diversos pesquisadores, professores, profissionais e estudantes de Relações Públicas.
Obs2: Os indicados estão listados em ordem alfabética, e a ordem não caracteriza nenhum ranking ou quantidade de mais indicações.
Fonte: Ocappuccino
divulgação info
Ainda dá para crer na comunicação de massa?
Marcelo Branco, diretor da Campus Party, e Paulo Castro, diretor geral do Terra Brasil, acreditam que sim. Esse foi o consenso a que eles chegaram nessa segunda feira 30 de março durante o painel “Os riscos e as recompensas do conteúdo gerado pelo usuário”, no Seminário INFO O Poder das Mídias Sociais.
Para Branco, essas ferramentas propiciaram uma transformação nas relações humanas semelhantes à experimentada pelos contemporâneos da Revolução Industrial no século 18. “Neste novo ambiente, não há concentração, mas a inteligência, o conhecimento e a criatividade estão distribuídos em rede”, afirma. Com isso, segundo ele, a proposta de que os portais são fontes únicas de informação está sendo superada pela ideia de que o internauta deve ter voz.
Contudo, de acordo com Castro, isso não significa que na internet não exista espaço para esse tipo de veículo. Ao contrário. Para ele, os portais devem ser adaptar à nova realidade e ampliar sua capacidade de interação com o usuário. “As contribuições dos leitores permitem que nós cheguemos a acontecimentos que a mídia tradicional não consegue alcançar”, diz. “E isso enriquece a experiência do outro usuário”.
E, na opinião de Branco, os internautas desejam entrar nessa rede de produção de conteúdo. Ele conta que, das pessoas que utilizaram a internet durante a Campus Party, 70% fizeram uploads de arquivos. “Isso sacode a posição dos intermediários, como a industria fonográfica, que mediava a relação entre publico e artista, e o jornalista.”.
Nesse contexto, Castro admite que as empresas não têm poder de influenciar o que os internautas estão falando a respeito de sua marca. “Mas, elas também não podem se abster de participar das mídias sociais”, complementa. Seguindo essa política, ele diz que no portal Terra praticamente não há controle dos comentários. Apenas aqueles que trazem conteúdo ilegal são moderados.
“Muitos dizem que quanto mais pessoas contribuem, maior a probabilidade de erros. Quem garante que a informação de um veiculo tradicional é precisa? Se o software pensado dentro do laboratório de uma empresa terá menos erros que aqueles desenvolvido colaborativamente?”, diz Branco. Para ele, o ambiente online até facilita a correção de equívocos. “A qualidade é dada a partir dos próprios usuários. Essa é a grande mudança da internet: a pessoa prefere confiar em sua rede de confiança”.
Por isso, Branco diz não acreditar na comunicação em massa, feita a partir de um para muitos. Hoje, ela se dá de pessoa para pessoa e, segundo ele, o desafio é compreender como interagir com esse público novo. O diretor do Terra, ao contrário, não enterra os meios convencionais. “O fato de existir uma ferramenta que possibilite a comunicação de um para um, não significa que a mídia convencional esteja ultrapassada”. Para ele, a mídia social é mais uma concorrente, mais uma faceta da fragmentação do consumo.
Fonte: Infoplantão
Isso é trabalho para RP
"Casal não esconde que situação é ruim para eles e para os negócios.
Um casal francês convive com uma situação embaraçosa desde que comprou uma padaria em Pusignan, na França. O problema surgiu depois que Céline e Nicolas descobriram que filmes pornográficos foram filmados dentro da padaria, segundo reportagem do jornal "Le Progress".
A padaria é motivo de piada na cidade de pouco mais de 3 mil habitantes. Celine destacou que pensou que era um trote quando a ex-dona lhe contou que filmes pornôs foram feitos na padaria e DVDs circulavam no lugar.
No entanto, após pesquisar na internet, o jovem casal descobriu as aventuras quentes da "padeira Laetitia". Os dois filmes de 90 minutos retratam uma jovem mulher fazendo sexo em todas as partes da padaria e em todas as posições, com diferentes parceiros.
Apesar de rir da situação, o jovem casal não esconde que ela é muito embaraçosa para eles e para os negócios. Porém Celine e Nicolas destacam que não têm nenhuma relação com esses filmes, pois eles foram produzidos no passado, antes da chegada deles."
Onde estão os RPs, quase um século de profissão e não temos um bom reconhecimento na sociedade. Vamos agir!!!
Qual método você utilizaria para resolver essa situação?
Otacílio Henrique Freitas - Est. RP 4° - FASAM -GO
Comtexto promove curso de Auditoria de Imagem das Organizações na mídia
O curso tem como públicos prioritários profissionais de Comunicação/Marketing (RPs, jornalistas, assessores de imprensa, publicitários, profissionais de marketing), gestores de comunicação das organizações (gerentes/diretores de comunicação), professores de Comunicação e demais interessados. Dá atenção especial a agências de Comunicação/Relações Públicas e Assessorias que planejam incorporar este tipo de trabalho em seu portfólio de produtos e serviços.
A ementa básica do curso contempla os temas: Imagem e reputação das organizações: refinando os conceitos; o papel da mídia na formação da imagem das organizações; a emergência das mídias sociais e a formação da imagem/reputação; a auditoria de imagem na mídia: equívocos e desafios contemporâneos; e, construindo um projeto de auditoria de imagem.
O curso tem preço especial para que se inscrever até 30 de setembro, além de preços diferenciados para pessoas físicas e jurídicas. Mais informações podem ser solicitadas pelo telefone (11) 3872-0351 ou (11) 7124-0359 ou pelo e-mail: comtexto@comtexto.com.br. Caso tenha interesse ou necessidade de entrar em contato diretamente com o professor, utilizar o e-mail professor@comtexto.com.br
sábado, 22 de novembro de 2008
FASAM CULTURAL ESPECIAL
No Dia Nacional de Valorização da Profissão de Relações Públicas, a FASAM - Faculdade Sul-Americana promoveu em um evento em luta da causa um café da manhã, apresentação teatral do livro "A Encantadora de Gente" da autora, radialista, publicitária e relações públicas Sandra Lima, cenas de filmes que retratam o profissinal em atuação como: Menina dos olhos, Obrigado por fumar, Os queridinhos da américa entre outros e por último, um debate em prol da profissão. Aos coordenadores e mestres, nossos agradecimentos pelo incentivo e luta da profissão em nosso estado.
Um comentário:
É isso pessoal, valeu de mais!
Parabéns para nós!
apesar da correria, nos saimos muito bem!
Abraço!
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